Na realidade, não
só nos contactos prévios estabelecidos com
os participantes oradores, como na condução
dos dois dias de trabalhos, a Ordem provou uma vez mais
a competência que possui na matéria e que
lhe advém do facto de contar com um extenso currículo
de treze anos de actividade, de dispor de uma confiança
institucional assinalável e de continuamente demonstrar
um zelo profundo pelo labor a que se dedica com total
seriedade e empenho.
A partir deste I Colóquio nada
será o mesmo no âmbito da recriação
histórica em Portugal. Construíram-se pontes
robustas para o futuro e desenvolvimento da actividade
no nosso país, reuniram-se vontades de vários
quadrantes institucionais, académicos e associativos
e definiu-se um modelo basilar de progresso social e económico
com potencialidades reais e exequíveis.
Uma nota comum se distinguiu das catorze
comunicações apresentadas – a consciencialização
de que a interacção multidisciplinar e associativa
é a única forma de se valorizar o nosso
património histórico de forma sustentada
e eminentemente enriquecedora. |
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- Miniaturas de jogos de mesa de guerra
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Autarcas, académicos, investigadores,
representantes de importantes espaços museológicos
(como o Museu Monogáfico de Coimbra, o Palácio
Nacional de Queluz e o Campo Arqueológico do Castelo
Velho de Alcoutim) artesãos, recriadores históricos
e, mesmo, o editor de uma revista especializada do Reino
Unido (Medieval History Magazine) apresentaram problemas,
sugeriram hipóteses de trabalho, inventariaram
abordagens e reflectiram sobre o caminho a seguir para
que todas as virtualidades da Recriação
Histórica brilhem com pragmático fulgor
– apesar da insensibilidade e falta de apoio das entidades
que tutelam os destinos da Cultura e do Património
em Portugal. |